E o primeiro resultado de tudo isso foi a construção do modelo VRIL-1 (doc2), no final de 1942. O disco voador VRIL-1 era uma espécie de caça (foto ao lado corresponde à um dos vários modelos dos RFZ - mesmo após terem evoluído para os discos voadores VRIL, os alemães retomaram o desenvolvimento dos modelos RFZ)
que tinha 11,5 metros de diâmetro, possuía apenas um assento, estava
equipado com armas, usava uma propulsão que ficaria conhecida como “levitador Schumann” e sua manobralidade estava ligada à impulsão por campo magnético. 
Este foi o primeiro disco voador notável que Hitler havia construído: atingia uma velocidade de 12.000km/h, podia efetuar, em plena velocidade, mudanças de vôo
de 90° sem que isso viesse causar algum dano no piloto, não estava
sujeito às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto a voar
tanto na atmosfera terrestre como no vácuo (ou espaço se preferir).
Foram construídos cerca de dezessete exemplares do VRIL-1. Há indícios que tenham sido fabricados modelos variantes do VRIL-1 com dois assentos e uma cúpula em vidro.
Antes de prosseguir, vamos colocar alguns dados interessantes. Indiscutivelmente,
é notório que os nazistas passaram a desenvolver seus discos voadores
rapidamente após os anos de 1936 e 1937. Isso pode reforçar a veracidade
dos dois supostos acidentes envolvendo naves alienígenas e que teriam sido resgatados por Adolf
Hitler. Todo o enorme complexo subterrâneo usado para fabricar os
discos voadores alemães foi, mais tarde, utilizado para construir as
famosas bombas V-1 e V-2 (e que não tinha absolutamente nada haver com
os discos voadores). Provavelmente os discos teriam sido transferidos
para uma nova base subterrânea na Antártida.
 Com a retomada do projeto RFZ, após terem servido para desenvolver os modelos VRIL, finalmente em 1941 ficou pronto um novo modelo RFZ 2. E este teria um desempenho impressionante. Foi utilizado como avião de reconhecimento a grande distancia na “batalha da Inglaterra”. Este novo modelo RFZ 2 teria sido fotografado em 1941 no sul do Oceano Atlântico quando se dirigia para o Cruzeiro Atlantis que estaria em águas do Ártico (infelizmente não conseguimos esta fotografia). E esta fotografia acabou reforçando a idéia para o aliados que os chamados foo-fighters tinham procedência alemã. Diferentemente dos modelos VRIL, o RFZ 2 não fora utilizado como caça de combate por não possibilitar manobras de mudança de direção em 90º, 45°
e 22,5°. No entanto, seu desempenho como nave de reconhecimento foi um
sucesso total. Assim, os alemães estariam em pleno desenvolvimento de
três modelos de discos voadores: os RFZ, os VRIL e um novo modelo que teria sido nomeado de HAUNEBU (foto ao lado – doc3).
Mas mesmo os modelos VRIL e HAUNEBU tinham alguns problemas para se transformarem em máquinas de guerra. Hitler queria de qualquer jeito que os modelos VRIL tivessem canhões de tanques Panzer instalados (todas as fotos). Mas depois de várias tentativas, Hitler foi obrigado a aceitar que não poderia usar as armas convencionais em seus discos voadores, pois essas armas (especialmente os canhões Panzer) tiravam toda a estabilidade dos discos em vôo.  
E
isso acontecia de uma forma que os cientistas não conseguiram sequer
entender para que pudessem achar uma solução. Na fotografia abaixo no
lado direito mostra um dos testes que objetivavam a adaptação dos canhões Panzer nos discos voadores de modelo VRIL. Como podemos notar, o disco estaria justamente disparando – mas no momento em que a fotografia foi batida, o disco voador VRIL estava a uma baixíssima altitude. Todos os projetos envolvendo os canhões Panzer
tiveram que ser abandonados. Não se engane – é óbvio que os nazistas
encontraram armas mais eficientes e funcionais para seus discos
voadores, mas não em tempo suficiente para evitar que fossem esmagados
pelos Aliados. Aliás, sobre este assunto há uma interessante teoria. Paises
como o Brasil, que não representavam um poder militar poderoso,
acabaram por ser envolvidos porque todos os comandos dos Aliados sabiam
muito bem o que estava acontecendo. Todos os serviços de inteligência
davam o seguinte prognóstico: Hitler tinha de ser esmagado rapidamente e
de forma definitiva, pois se houvesse tempo para que ele disponibilizasse
militarmente metade do que seus cientistas estavam desenvolvendo, nada
evitaria que ele literalmente dominasse o mundo. Era uma situação em que
nem as ogivas nucleares resolveriam – a menos que praticamente quase
toda a Europa fosse “transformada em pó” (ou seja: a morte para a
maioria dos Aliados). Mesmo que tomassem isso como uma possibilidade
remota, isso resultaria em graves danos irreparáveis e que poderiam
levar ao inicio de um processo de extinção da raça humana. Sendo assim,
qualquer país, que fosse o que fosse militarmente falando, representava
uma soma importante para tratarem de destruir a Alemanha o mais breve
possível ou estaríamos fadados ao domínioalemão.  E pela enorme quantidade de projetos que foram encontrados pelos Aliados nos arquivos das SS
quando ocuparam Berlim, esse quadro era dramaticamente real. Por
exemplo: havia um relatório que descrevia um teste de um disco modelo RFZ 5, em agosto de 1939, efetuado na Antártida.
Este disco teria atingido a velocidade de 4.500km/h em poucos segundos e
chegou ao pico de 15.000km/h. Este modelo estaria sendo equipado com
duas armas laser negro (os lasers negros seriam popularmente conhecidos como os “raios da morte”). Também havia um documento descrevendo o HAENEBU II (doc4)
que possuía algo em torno de 26 metros de diâmetro, desenvolvia uma
velocidade de 6.000km/h já estando apenas a nove metros de altura, teria
capacidade de transportar 20 pessoas e uma autonomia absurda de 55
horas de vôo. Outro documento descrevia o HAENEBU III (doc5)
com cerca de 70 metros de diâmetro, atingia a velocidade de 40.000km/h a
24.000 metros, transportava 32 pessoas e com autonomia surpreendente de
cerca de 8 semanas de vôo. Mesmo sendo os RFZ, os VRIL (foto ao lado) e os HAUNEBU os modelos principais e totalmente revolucionários dos alemães, um sem número de projetos secundários aconteciam. Por exemplo: o projeto V7. Este projeto era um disco voador com propulsão baseada em reatores convencionais. Foi construído um modelo alternativo dos RFZ, nomeado de RFZ 7, que combinava a propulsão com a levitação eletromagnética a uma propulsão a reação convencional. Este disco tinha 42m de diâmetro e fracassou numa aterrissagem em Spitzbergen, perto de Praga. Ao que tudo indica, essa falha foi a grande sorte dos norte-americanos, pois este projeto tinha um objetivo bem específico: ser adaptado para receber ogivas nucleares e bombardear New York.
Posterior a ele, foi produzido o RFZ
7 T. E este, por sua vez, teria funcionado perfeitamente. Não se sabe
se não houve tempo ou foi uma mudança de estratégia dos alemães, mas o
fato é que ele não fora utilizado para cumprir seu propósito inicial. De
qualquer forma, todos esses projetos pareciam brinquedos de criança se comparados com os discos RFZ, VRIL e HAUNEBU.
A história oficial sobre a Segunda Guerra Mundial confirma que os alemães eram, de fato, os revolucionários da tecnologia. Sem repetir pela milionésima
vez sobre a colheita norte-americana e russa das tecnologias alemãs no
término da Guerra, podemos citar que foram os alemães quem desenvolveram
o que viria a ser os submarinos e, obviamente, foram os primeiros a
fabricá-los. Esse potencial científico era surpreendente e, inclusive,
reconhecido pela história oficial. E um bom exemplo disto é o navio SCHWAABENLAND.
Este navio alemão, que tinha suas bases operacionais ora em Horta ora
em Faial (Portugal), foi considerado em 1939 como sendo o mais moderno,
bem equipado, com sistemas sofisticados de comunicações e com uma
inigualável estação meteorológica.
E isso foi a razão do presidente norte-americano Roosevelt ter ido
visitar as dependências desta embarcação em 24 de maio de 1939. Dizem
que naquele momento já havia entrado em “contagem regressiva” para que a Segunda Guerra Mundial estourasse de vez (setembro
de 1939). A razão era que Hitler queria se livrar das amarras que o
Tratado de Versalhes impunha à Alemanha. Assim, Hitler instituiu o
serviço obrigatório militar em 1935 e começou a progredir meteoricamente, até vir a se interessar em transformar o mundo inteiro em uma Alemanha Nazista.
Mas voltando... Os alemães nem esperaram que o presidente Roosevelt saísse do SCHWAABENLAND,
numa tremenda cara-de-pau, para que Berlim comunicasse uma ordem
especial ao comando da embarcação: sua missão é a de ocupar e demarcar
uma parcela de território da Antártida com 600.000 quilômetros
quadrados (fotografia acima foi batida durante a operação de
demarcação). Este território seria reclamado como possessão alemã e
recebeu o nome de NEU-SCHABENLAND, ou Nova Suécia (doc6 e doc7).
Hitler já havia mandado anteriormente, em 1938, uma expedição à Antártida com o objetivo de reconhecimento. Assim, nesta nova missão realizado pelo navio SCHWAABENLAND, os alemães já tinham uma idéia
bem precisa do local e de suas condições geográficas onde aconteceria
tal demarcação. O navio, num primeiro momento, vai até Hamburgo onde é
reabastecido de equipamentos e cientistas para, logo em seguida, partir
em direção da Antártida para realizar a missão: demarcar e instalar uma base militar de pesquisas científicas (ninguém sabe com exatidão quais eram as naturezas das operações nazistas nesta base). Quando a embarcação voltou para Hamburgo, em 11 de abril
de 1940, toda a sua tripulação foi recebida como heróis nacionais da
Alemanha. Até Hitler pessoalmente estava no porto para receber seus
homens que garantiram a demarcação do território alemão na Antártida e a instalação de uma base.
E
agora vem uma das peças fundamentais destes eventos e que,
infelizmente, continua a ser um enorme mistério (pelo menos para a
população)... Em agosto de 1942, o navio SCHABENLAND
teria sido transferido para a Noruega (que já estava ocupada pelos
nazistas) sendo acompanhado de uma gigantesca escolta de 24 navios. E
nos próximos um ano e meio ninguém soube do paradeiro destas embarcações. Os pesquisadores não conseguiram encontrar quaisquer registros sobre a localização dos mesmos. Seria coincidência que uma parte do território da Antártida ocupado pelos nazistas era considerado como de “fins científicos da Noruega” pela sociedade das Nações? Alguma coisa muito especial para os alemães estava acontecendo envolvendo diretamente as operaçõescendo envolvendo diretamente
as operações desta gigantesca frota marítima e que foi mantido no mais
alto sigilo pelos nazistas. E essa desconfiança era totalmente compartilhada
pelo comando dos aliados. Queres provas ou, pelo menos, um forte
indício para tais afirmações? O presidente Roosevelt chega dar a
conhecer numa missiva ao presidente do Brasil, enviada através de um
embaixador, que o presidente do conselho português, Dr. Salazar, não dá a
anuência para a instalação de uma base aérea norte-americana nos
Açores, porque os alemães preparam-se para instalar no arquipélago uma
base de submarinos, uma vez que, com freqüência ali faziam escala – que só poderia ser para a Antártida (doc8). Um outro documento bastante interessante é proveniente dos serviços de inteligência norte-americanos na qual está assinalado: "Salazar continua a jogar com o tempo" (doc9).
Os norte-americanos tinham formalizado um pedido de aprovação para
poderem instalar uma base nos arquipélagos de Canárias e Cabo Verde. Era
notório a movimentação nazista lá, mas, no entanto, Dr. Salazar
demorava estratégicamente
para responder. Isso fez com que os estados-maiores inglês e
norte-americano preparassem uma operação de ocupação dos arquipélagos,
caso fosse necessário. Vejamos a situação: a Alemanha demarca cerca de 600.000km/h de território na Antártida, batiza a área de NEU-SCHABENLAND e proclama como posse alemã, instala uma base de operações naquele local onde nunca foi possível saber quais eram as suas atividades,
a partir daí tem uma intensa movimentação nos arquipélagos de Canárias e
Cabo Verde, os portugueses têm evitado que os aliados instalem uma base
aérea e sabe-se muito bem que os arquipélagos seriam estratégicos em
termos de escala para uma movimentação alemã com destino à Antártida.
Não fica óbvio que alguma coisa estava sendo feito no continente gelado
pelos nazistas? De qualquer forma, os aliados tinham muito mais que
simples suspeitas baseadas em premissas especulativas.
Eles tinham certeza desta operação, pois chegaram até a fotografar
vários submarinos alemães atracados em Açores (foto ao lado real –
submarinos U-Boat alemão).
Fica a questão: porque os alemães estavam tão empenhados numa operação para a Antártida?
Talvez isso responda o porque dos norte-americanos e russos não terem encontrado sequer um único disco voador RFZ, VRIL, HAUNEBU e, um novo projeto em pleno desenvolvimento naquela época: o ANDROMEDA (doc10). Num cúmulo da coincidência, este projeto consistia em um enorme cilindro transportador de vários discos (charutos voadores).
Como
podemos ver, parece que tudo que os nazistas estavam desenvolvendo
consistem justamente com o que tem sido avistado nos céus e atribuídos
como de procedência alienígena. Isso pode, num primeiro momento, abrir a
possibilidade de que a presença alienígena em nosso planeta seria, na
verdade, bem terrestre, humano e nazista. Mas se isso é a primeira
constatação, ela também é a menos sustentável; afinal, os discos
voadores não começaram a aparecer juntamente com a ascensão do nazismo.
Na verdade, há diversos achados arqueológicos que retratam claramente um
típico disco voador e, até onde se sabe, esses achados consistiriam em
restos de civilizações que datam de milhares de anos atrás.
Logo, os discos voadores não são uma obra alemã, mas um fenômeno que tem acompanhado, comprovadamente, a nossa humanidade desde os seus primórdios. Sem mencionar que os alienígenas podem até estar relacionados com o próprio aparecimento do homem (foto ao lado: um dos modelos VRIL em pleno vôo – parte inferior).
Voltando ao tema principal, houve constantes manobras com veículos marítimos dos alemães dirigidas à Antártida no decorrer de toda Segunda Guerra Mundial. Até que, uma semana antes da rendição alemã, uma gigantesca esquadra contendo a ninharia de 128 submarinos U-Boat das séries 21 e 23, comandada pelo Almirante Doenitz, partiu de diversos portos do Mar Báltico com destino ao Atlântico Sul. No percurso inicial, dirigiu-se em direção às Ilhas Faeroer, atravessando o canal entre estas e a Islândia.
Só
que os aliados estavam extremamente atentos para qualquer manobra
marítima dos alemães, pois estavam certos que estes haviam montado uma
enorme colônia militar, possivelmente subterrânea, na Antártida. Assim, os serviços de informações descobriram a manobra da gigantesca esquadra liderada pelo Almirante Doenitz e enviaram uma esquadra com os melhores e mais modernos navios norte-americanos no Atlântico Sul para esperar
pelos submarinos alemães. Esse encontro teria sido o último de nossa
civilização com os alemães, pois, a partir daí, existe um sem número de
versões diferentes. O que se tem como certo por todos os pesquisadores é
que houve um enorme combate naval, sendo que não houve uma única baixa
alemã, enquanto que no nosso lado houve várias avarias bastante sérias
nos navios e a derrubada de um avião aliado. Ao que tudo indica, a
esquadra de navios norte-americanos descobriu na própria pele o que
seria o chamado laser negro ou raios da morte e que os documentos nazistas apontavam como principal armamento dos discos VRIL.
Após a batalha, a gigantesca esquadra rumou obviamente para a Antártida. Porém, antes disto, o Almirante Doenitz
teria mandado três embarcações se desprenderem da esquadra e cada uma
seguiu para um destino diferente com uma missão diferente:
Ø O
primeiro seguiu até Portugal transportando documentos secretos a serem
entregues para o Dr. Salazar, presidente do Conselho. Como Lisboa era o
centro de espionagem da Europa, o submarino teria ido até o porto
Leixões onde foi afundado pela própria tripulação. A tripulação, segundo
consta, após entregar os documentos ao Dr. Salazar, simplesmente
desapareceu. Não se sabe o paradeiro de nenhum deles.
Ø O segundo seguiu em direção da Terra do Fogo, na América do Sul, passar instruções para uma colônia de refugiados alemães (?) em plena fuga à invasão Aliada na Europa.
Ø O
terceiro seguiu para um destino inusitado: os Estados Unidos. Esta
embarcação teria se rendido alegando ser o que restaram da frota nazista
e, ainda, entregaram centenas de projetos secretos de aviões realizados na Alemanha até o ano de 1945.
A rendição é até rapidamente compreensível como um plano estratégico visando fazer os Aliados acreditarem que não exista uma colônia militar na Antártida (claro que não “colou”). Mas entregar centenas de projetos
militares secretos de aviões “de ponta” alemães aos norte-americanos
parece ser uma atitude desconexa. Mas, antes de fazermos qualquer
julgamento, prestemos atenção em alguns modelos ( vale ressaltar que
foram centenas de projetos – os que mostramos são alguns bem sugestivos ):
HORTEN HIX
ANO: março de 1945, VELOCIDADE: 950km/h, ALTITUDE: 16.000m, MOTORES: Junkers Jumo 004 B-2  
GOTHA P-60
ANO: fevereiro de 1945, VELOCIDADE: 930km/h, ALTITUDE: 13.300m, MOTORES: Heinkel Hs S-011

GOTHA GO P-60 C
ANO: fevereiro de 1945, VELOCIDADE: 930km/h, ALTITUDE: 13.300m, MOTORES: Heinkel Hs S-011 
Antes de perguntarmos o porque de entregar gratuitamente projetos tão impressionantes, fica outra dúvida: o que existe realmente de norte-americano em aviões como os LOCKHEED F-117 ou NORTHROP B-2 SPIRIT? Que os alemães estavam flertando o que viria a ser a tecnologia Stealth (invisível ao radar) nos anos 40 não é nenhuma novidade (não era diferente do ocidente); mas que todos os aviões “de ponta” norte-americanos chegassem a parecer até no formato com os projetos secretos de aviões alemães de sessenta anos atrás... é para chocar mesmo.
E
porque foram entregues? Isso só pode representar uma coisa: era óbvio
que os Aliados, especialmente os norte-americanos, jamais iriam
acreditar que não havia nenhuma colônia na Antártida. Então, para ganhar tempo, enquanto os norte-americanos se ocupam desses “brinquedinhos” (anexo) novos, não pensavam nos outros que os alemães tinham e que fazem esses parecerem carroças: os discos voadores RFZ, VRIL, HAUNEBU e ANDROMEDA (charuto voador) – todos baseados na antigravidade gerada por campos eletromagnéticos.

Mas os alemães que agora se encontravam nesta provável colônia situada na Antártida sabiam que era uma questão de tempo, e muito pouco tempo, para que os Aliados começassem arquitetar e a movimentar operações para a sua ocupação. Os Aliados sabiam dos discos RFZ, VRIL, HAUNEBU e ANDROMEDA, sabiam que os aviões e vários artefatos recuperados da Alemanha arrasada, como as Bombas V1 e V2, eram apenas o troféu “abacaxi”
recebido por vencerem uma guerra que não tinha acabado de verdade. E
não deu outra: a partir de 1946 foram realizadas várias manobras que
visavam estourar as instalações subterrâneas alemãs sediadas na Antártida.
É interessante colocar que há inúmeras possibilidades sobre este ponto. Teriam os nazistas constituídos sozinhos uma colônia ou estariam em plena interação com os seres alienígenas de Aldebaran? E talvez essa fosse a grande verdade na qual se tem até cometido assassinatos para a sua proteção: justamente o território demarcado por Hitler era alvo de constantes aparições ufológicas
no pós-guerra e nunca, absolutamente nunca, obtivemos sucesso em
estourá-lo. E uma grande parte dessas aparições constituíam em naves que
entravam e saiam de nossa atmosfera – conforme o que teria sido captado pelos radares. Estaria a colônia alemã interagindo com seres alienígenas vindo de espaços remotos do universo? Há algo nesse ponto que parece ser evitado por todos os que devem saber ou fazer alguma idéia do que realmente aconteceu e continua acontecendo hoje. Muitas
vezes se tem a sensação de que muitos dos depoimentos têm sugerido algo
que transcende o que a maioria conhece e está ligado a este tema. Por
exemplo, o coronel e venerado ufólogo Wendelle C. Stevens ( foto ao lado ) nunca falou que os discos captados na operação que ele coordenou no Ártico
eram nazistas; no entanto dizia que poderiam ser um avanço sobre a
tecnologia alemã ( então ele confirma que os alemães tinham a tecnologia
de discos voadores em pleno desenvolvimento? ) e, principalmente, não
foram poucas as vezes que Wendelle
C. Stevens disse que achava muito estranho que os Estados Unidos
deslocassem tantos navios, aviões e afins para a vigilância dos Pólos
mesmo depois da guerra ter terminado. Ora, se os alienígenas invadiam nossa atmosfera pelos Pólos, não há nada de estranho... mas porque ele termina dizendo que mesmo depois da guerra ter terminado? O que a Segunda Guerra Mundial tem haver com isso? Percebe... é uma especulação,
mas realmente parece haver algum tipo de sugestão em volta deste tema e
que transcende o que estamos acostumados a entender e que implica numa
conexão direta entre os UFOs e a colônia alemã de Neu-Schabenland, na Antártida.,E a situação era essa: várias missões enviadas naquele local não tinham sucesso e, quando partiam para o confronto direto,
acabavam por ter várias baixas em suas fileiras sem que acontecesse o
mesmo com os discos que saiam do que se acreditava ser uma das entradas
da colônia alemã subterrânea na Antártida. Indignados com tantos fracassos, os altos comandos militares chamaram o homem mais experiente em vôos polares naquela época: o Almirante Richard Evelyn Byrd. Sua experiência compreendia várias viagens aéreas ao
Pólo Norte e Sul, no final das décadas de 20 e 30, organizando e
participando em várias missões aéreas nas zonas mais gélidas do planeta
Terra.
E assim, Richard Evelyn Byrd, junto do contra-almirante George Dufek, ainda no final de 1946, foram responsáveis pela preparação e comando de uma operação gigantesca para a destruição da colônia alemã de Neu-Schabenland, nomeada de “OPERATION HIGHJUMP”, que era constituída por:
Ø 6500 homens (norte-americanos, ingleses, australianos e – por incrível que pareça - soviéticos).
Ø 01 navio capitânea: MOUNT OLYMPUS.
Ø 01 navio-catapulta (lançadores de aviões): PINE-ISLAND.
Ø 01 submarino: SENNET.
Ø 02 fragatas: HENDERSON e BROWNSEN.
Ø 02 navios de apoio: YANKEE e MERRICK.
Ø 02 porta-aviões: PHILIPPINES e CURRITUCK.
Ø 01 navios cisterna: CAPACAN.
Ø 01 quebra-gelo: NORTHWIND.
Ø 01 navio petroleiro: CANISTEEO.
O resultado desta operação foi uma evacuação rápida da missão comandada por Richard Byrd
com cerca de 1.500 baixas entre homens e materiais. Fracasso total! No
meio do caminho para regresso aos Estados Unidos, Richard Evelyn Byrd fez uma declaração numa conferência para a imprensa no Chile (para desespero das autoridades), em 05 de março de 1947, que pode ser considerada uma das maiores provas de tudo que aqui está sendo exposto: “A
Terceira Guerra Mundial poderia começar a se concretizar a partir dos
Pólos, devido às estranhas naves, aviões e discos que por lá apareciam e
circulavam constantemente sobre os céus da Antártida”. Como presente de seu comando devido à sua sinceridade com a imprensa, Richard Evelyn Byrd ganhou uma aposentadoria feliz e totalmente isenta de despesas de sua parte (totalmente paga pelo seu governo como gratidão) num respeitável manicômio norte-americano. E esta operação foi ironicamente apelidada pelas fileiras militares norte-americanas de “PENGUIN WAR” (Guerra dos Pingüins), já que o alto comando insistia em dizer para a imprensa que na Antártida não existia nada além de pingüim.
Por uma questão de conveniência, todo os comandos militares do mundo (que sabiam muito bem o que estava acontecendo) passaram a não incomodar a colônia alemã subterrânea de Neu-Schabenland. Possivelmente se convenceram que não eram somente alemães que estavam combatendo, mas forças externas ao nosso planeta. Na verdade, há um grande número de teoria à respeito desta colônia,
mas todas unânimes em afirmar que alemães estavam agindo conjuntamente
com a mesma civilização que teria fornecido o plano para construção da
máquina discoidal que permitia atingir o “Além” ou o “Outro Lado”.
A última operação definitiva que se tem notícia foi em 1956.
Possivelmente motivada por causa da declaração pública de uma expedição
científica chilena naquele continente. A declaração descrevia o avistamento de vários objetos
voadores inusitados com forma de charuto e disco. Pelo que consta, os
norte-americanos resolveram tentar uma última operação para tentar
ocupar a colônia
e, para tanto, que foi uma operação exclusivamente norte-americana, os
oficiais resolveram radicalizar totalmente suas manobras militares: duas
ogivas nucleares foram detonadas, sendo uma no subsolo (onde se supõe
ser uma das saídas de acesso ao Neu-Schabenland) e outra em plena atmosfera. Resultado: totalmente ineficaz no combate da colônia. Porém, muitos experts
na pesquisa desses eventos defendem que essa operação resultou em algo
nada benéfico para a nossa civilização: o início do buraco na camada de Ozônio de nossa atmosfera.
Chegamos
num ponto onde não há fatos, mas hipóteses. Obviamente que é impossível
descreve-las uma a uma. Assim, lançaremos dados que podem estimular
cada pessoa formar uma opinião sobre como esses eventos podem ter
repercutido sobre nossa civilização e os seus desdobramentos até os dias
atuais. Vale ressaltar que muitos pesquisadores garantem que isto teria sido o inicio da interação entre nossa civilização e inteligências alienígenas. Que eles têm nos acompanhado desde o início de nossa existência – não há a menor dúvida - mas agora estamos falando de interação. O que resulta, mesmo que somente a nível militar/governamental, em contatos e até mesmo possíveis acordos:
01 – A colônia alemã da Antártida levou os alemães a terem contatos frente-a-frente com os alienígenas e estes interagirem com os alemães na Antártida. Isso talvez justifique a razão por que algumas testemunhas de observações do fenômeno ÓVNI descrevem com tanta regularidade que os supostos tripulantes “grays” estavam acompanhados, freqüentemente, por outros alienígenas de aparência humana com características idênticas às dos povos “nórdicos” – alemães?
02 – Não há como não mencionar que os desenhos dos projetos e algumas fotografias dos discos modelo HAUNEBU II são praticamente os mesmos discos fotografados e filmados por George Adamski; que por sinal descreveu seus tripulantes como sendo iguais a nós e loiros angelicais parecidos com o povo “nórdico”.
03
– Não teria sido a única solução para os Estado Unidos, União
Soviética, Inglaterra e outras potencias militares do nosso planeta
buscar estabelecer acordos com outras civilizações e, assim, poderem
tentar se igualar tecnologicamente no potencial militar observado na Antártida?
04 – É claro que não podemos descartar a possibilidade dos alemães terem selado seus próprios destinos ao se depararem com os alienígenas que não teriam uma intenção amistosa. Assim, os alienígenas terminaram na Antártida o serviço “incompleto” dos Aliados na Segunda Guerra Mundial.
05 – Segundo Virgil Armstrong, Hitler e sua esposa, Eva Braun, não morreram no bunker
em Berlim, como foi afirmado pelas Forças Aliadas. Isto finalmente foi
provado pelas radiografias tiradas das arcadas dentárias dos cadáveres.
Esta mentira, no entanto, teve seus méritos psicológicos, já que a
população mundial precisava ser convencida de que o monstro estava
morto. Hitler e Eva estavam num dos submarinos da gigantesca esquadra de
que teria ido para a Antártida. Mas Hitler e Eva Braun não foram para a Antártida.
Eles estavam num dos três submarinos que se desprenderam da esquadra,
no que teria ido até a Terra do Fogo. Por fim, Hitler e Eva Braun
desembarcaram na Argentina e passaram o resto de suas vidas em Buenos
Aires. Embora a Inteligência Internacional
os tivesse localizado, achou melhor que eles vivessem em paz e no
anonimato em vez de reacender a ira e o rancor da população mundial,
especialmente na Europa e na América. Segundo Virgil Armstrong,
ele nunca teve uma prova definitiva disso até conhecer uma mulher em
Chicago, Illinois, nos Estados Unidos, quando fazia uma conferência e um
workshop. Na platéia havia uma jovem que, enquanto Virgil
contava a história de Hitler e Eva, insistentemente levantava a mão,
demonstrando muita urgência em falar com ele. Ela disse que era
importantíssimo conversar em particular com Virgil. Mais tarde, Virgil foi jantar com esta jovem. Ela disse para Virgil que se chamava Julie Monteverio,
que tinha morado na Argentina e que era filha de um ex-chefe do Serviço
Secreto que cuidava de toda a segurança interna da Argentina. Disse que
ela e seu pai, um dia, almoçavam em um dos vários restaurantes ao ar
livre e que seu pai, repentinamente, disse-lhe: “Julie, você está vendo aquele homem ali, lendo o jornal?” Ela respondeu: “Sim, papa” e assim seu pai teria lhe dito que este homem era muito importante, que seu nome era Adolf Hitler e que a mulher sentada a seu lado era sua esposa, Eva Braun. Deveríamos nos perguntar se o “carrasco nazista” Mengele não chegou em São Paulo da mesma forma (conforme o que foi apurado a alguns anos atrás, Mengele teria vivido o resto de sua vida com impunidade no Brasil)?
06 – Falando sobre Virgil Armstrong, ele tem uma teoria interessante (e questionável) sobre tudo isso: Virgil diz que o terceiro Reich se tornou uma espécie de quarto Reich na Antártida e que hoje não tem a menor ligação com as monstruosidades que os nazistas cometeram na época da Segunda Guerra Mundial. Virgil diz que a interação com forças externas fizeram com que as novas gerações da Neu-Schbenland
tivessem uma mentalidade absolutamente diferente da que tinham antes –
inclusive teriam evoluído muito, espiritualmente falando, graças ao
convívio com os alienígenas. Hoje ele tem certeza que os habitantes de Neu-Schbenland velam pela segurança de nosso planeta sem influir em nossa sociedade. Eles estariam constantemente “pingando” contatos nos quatro cantos do planeta (George Adamski?) de forma gradativa e lenta para nos preparar para um futuro convívio com várias civilizações. Essa proteção inclui o monitoramento e a neutralização de invasões por forças externas “não muito positivas” para a nossa civilização (será que isso teria alguma coisa a haver com os raros casos em que são descritos ÓVNIS perseguindo um outro ÓVNI
e o derrubando? Temos algo assim na casuística russa e que fora
testemunhado por centenas de pessoas – vários discos perseguindo e
disparando feixes de luz num outro mais à frente que parecia estar
tentando fugir desesperadamente até que, finalmente, acabou atingido e
caindo em local ignorado). E todos os governos já teriam sido contatados há muito tempo – eles sabem muito bem dessa atuação de Neu-Schbenland. Os norte-americanos não
se conformariam até hoje que os alemães tenham ido tão longe e
pressiona todos os outros países para não estabelecerem relações com a colônia Neu-Schbenland. Virgil falou que, após ter dado algumas palestras defendendo essa hipótese, ele já recebeu várias vezes recados em bilhete anônimo que diziam “estávamos aqui hoje assistindo sua palestra”. Habitantes de Neu-Schbenland?
07 – A África do Sul detectou duas explosões nucleares na região de Neu-Schbenland, uma subterrânea e a outra teria sido na superfície (ops...
a última operação militar norte-americana não passou desapercebida). O
resultado disso foi um grave protesto de muitos países que exigiam o fim
das explosões nucleares na Antártida. Isso gerou um tratado de não utilização de armas nucleares na Antártida até o ano 2.000. E os Estados Unidos também assinaram o tratado (com seu prazo de validade hoje vencido).
08 – Além da tão referida Antártida,
muitos pesquisadores defendem que os nazistas tenham se escondido em
mais dois locais secretos (possivelmente subterrâneos): em Serra de Mendonza, Córdoba (Argentina) e no planalto central (Brasil). Com relação ao Brasil, o local exato seria onde estariam os vestígios de uma antiga civilização chamada de Akakor. O interessante é que o livro “Cronicas de Akakor”,
que retrata justamente esta suposta civilização antiga que havia
residido na região do Planalto foi proibido no Brasil e o seu escritor,
Karl Brugher, convenientemente assassinado em circunstâncias
muito suspeitas. Como se não bastasse tudo isso, alguns investigadores
colocam que realmente há uma grande possibilidade de algumas pequenas
aldeias indígenas terem sido sumariamente dizimadas por militares
brasileiros por terem várias palavras em alemão inseridos em seus
idiomas e, em alguns casos, foram encontradas pistolas automáticas
alemães na tribo. Não é preciso dizer que essas supostas pequenas
aldeias se localizavam naquela área e que não há, de fato, a menor prova
disso tudo.
09 – Na revista Ufo nº 58, O ufólogo Rubens Junqueira Vellela, que já fez parte de uma expedição à Antártida, teria tido um avistamento ufológico que foi comentado no mundo inteiro. Em suas pesquisas, Rubens Junqueira Vellela teria obtido um contato surpreendente na qual lhe é confirmado que várias nações alienígenas manteriam uma base no subsolo da Antártida.
10 – Graças à parceria entre Allen Dulles e Reinhard Gehlen, a Gestapo foi transplantada intacta para dentro dos Estados Unidos como a CIA, sem o conhecimento ou consentimento dos cidadãos americanos (fonte: "Extra-Terrestrials among us"). No 40º aniversário da Segunda Guerra Mundial, o então presidente norte-americano Reagan colocou coroas de flores nos túmulos dos soldados da SS. As raízes deste gesto simbólico são profundas (fonte: "Relatório Krill" - janeiro de 1988).
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